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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Parafuso de algodão (RS)


Dias 15 e 16, às 19h
Teatro do SESC
 
O espetáculo Parafuso de algodão apresenta um conjunto de alucinações cotidianas. São pequenas composições formadas por diferentes elementos e objetos encaixados de forma surreal. Imagens surpreendentes e intrigantes são incorporadas de forma criativa às esquetes mais tradicionais de acrobacia aérea, dança, música e malabarismo, como em um sonho acordado, do real ao absurdo.


Ficha técnica
Direção e concepção: Carina Levitan, Natalia Utz e Renata Nascimento / Elenco: Carina Levitan, Carol Cony, Carol Martins, Cauan Feversani, Guilherme Sanches, Gustavo Thomé, Juliana Coutinho, Letícia Paranhos, Luís Cocolichio, Natália Utz, Pablo Pico e Renata Nascimento / Iluminação: Carolina Zimmer / Trilha sonora e produção musical: Carina Levitan, Guilherme Sanches e Mauro Pogorelsky / Figurino: o grupo / Recomendação etária: livre / Duração: 60 minutos 

Las cuatro esquinas (RS)


Dias 17 e 18, às 19h
Teatro do SESC
 
Em cena três bailarinas e um bailarino formam um corpo de baile, onde se destacam belíssimas performances de grupo que contemplam, além da dança flamenca em si, o uso dos elementos de baile, como os mantóns, as batas de cola, os abanicos e as castanholas, sempre acompanhados do virtuosismo da guitarra flamenca. Além disso, a montagem conta com uma banda flamenca formada por mais sete músicos, que executam ao vivo a trilha composta especialmente para o espetáculo. Com cenário moderno que remete ao movimento e ao desacelerar das ruas de uma cidade, as performances buscam trazer a essência da arte flamenca. O espetáculo é o resultado de mais de dez anos de trabalho da Cia Del Puerto, ecoando em forma de sonho e realidade nas ruas de uma cidade imaginária construída durante esse percurso e conduzindo o público a uma experiência singular: um passeio pelas madrugadas quando a cidade está adormecida, a sensação da tensão dos cruzamentos, o efeito do barulho e do movimento cotidiano.

 
Ficha técnica
Direção geral: Ana Medeiros, Daniele Zill e Juliana Prestes / Direção artística: Juliana Prestes / Coreografia: Ana Medeiros e Juliana Prestes / Elenco: Cia de Flamenco Del Puerto - Giovani Capeletti (músico), Ana Medeiros, Daniele Zill, Juliana Prestes (baile, castanholas e palmas), Juliana Kersting e Tatiana Flores (palmas) / Artistas convidados: Leonardo Dias (flauta), Gustavo Viegas (baixo), João Viegas (percussão), Roberta Campos (musicista), Gabriel Matias (baile e palmas), Diego Zarcón e Fernando de Marília (cante) / Direção musical, arranjos e trilha Sonora Original: Giovani Capeletti /Figurino: Ana Medeiros e Juliana Prestes / Execução de figurino: Riatitá / Iluminação: Leandro Gass / Operador de Som: José Derly / Produção: Daniele Zill / Recomendação etária: livre / Duração: 75 minutos

 

 

Eu estive aqui (RS)


Dias 21 e 22, às 22h
Teatro de Câmara Túlio Piva
 
Inspirada na observação da eterna e infrutífera tentativa humana de aprisionar o tempo, Eu estive aqui é a segunda obra da Trilogia Partituras Brasileiras, da Porto Alegre Cia de Dança. O espetáculo questiona a criação de identidades que delimitam o "sem fronteiras" e mascaram o fato de pertencermos a um organismo vivo, o planeta Terra. Aborda também o aprofundamento da busca humana, independente de local e tempo, e a vontade de perpetuar o momento que, quando representado, já não existe mais. A obra revela um caminho para a transcendência, a entrega com totalidade celebrada pela dança coletiva.
 

Ficha técnica
Direção: Tânia Baumann / Coreografia: Mark Sieczkarek / Direção Técnica e Operação de Som: André Birck / Iluminação: Maurício Moura / Elenco: Carolina Sulczinski, Cátia Ceccarelli, Genises Azevedo, Kyrie Isnardi, Luana Lacerda,  Manoella Brunelli, Marcelo Iunis, Safia, Thiago Rieth  / Trilha sonora: Mark Sieczkarek / Cenário e figurino: Mark Sieczkarek e Tânia Baumann / Confecção de figurino: Neusa e Cleusa Guidotti / Cabelo e maquiagem: Cassiano Pellenz / Produção: Porto Alegre Cia De Dança / Recomendação etária: livre / Duração: 55 minutos



Estremeço (RS)


Dias 11 e 12, às 20h
Teatro Renascença
 
O espetáculo se passa em um estranho cabaré onde, pouco a pouco, o Mestre de Cerimônias revela-se um personagem fragmentado, na medida em que expõe suas ilusões, construídas pelos outros e por ele mesmo a respeito do que possa ser sua visão de mundo e de humanidade, seus sonhos e seus amores. Neste universo, depoimentos dispersos e sem lógica aparente vão compondo o olhar distorcido deste homem que tenta mostrar sua realidade. A obra de Pommerat destrói todas as máscaras, revelando-nos como somos enquanto humanidade. A peça disseca os componentes banalizados do nosso cotidiano e entremeia canções com depoimentos desoladores de pessoas silenciadas, entediadas ou enraivecidas por um mundo desumanizado.
 

Ficha técnica
Direção: Camila Bauer / Texto: Joël Pommerat / Tradução: Giovana Soar / Elenco: Adriane Mottola, Cassiano Ranzolin, Duda Cardoso, Fernanda Petit, Janaina Pelizzon, Lauro Ramalho, Rodrigo Mello e Sofia Salvatori / Trilha sonora e produção musical: Nico Nicolaiewski / Figurino: Cássio Brasil / Cenografia: Elcio Rossini / Iluminação: Luiz Acosta / Produção: Duda Cardoso / Recomendação etária: 14 anos / Duração: 70 minutos

 

 

Coração randevú (RS)


Dias 18 e 19, às 18h
Sala Álvaro Moreyra
 
A montagem de Patrícia Fagundes nos leva a uma jornada pela memória e pela arte em um rendez-vous que reúne corpo e palavra, poesia e ação, reflexão e experiência sensível. Para reviver memórias e celebrar o presente, a dramaturgia parte da obra de um dos maiores poetas de todos os tempos: Fernando Pessoa. São textos seus criados em sala de ensaio, em uma trama que conecta o pessoal e o universal. A trilha sonora combina músicas de Billie Holiday e marchinhas de carnaval. Zé Adão Barbosa canta ao vivo, unindo o ofício de ator com a paixão do cantor. A montagem propõe uma relação de proximidade com o público, investindo na possibilidade do teatro como espaço de encontro.
 

Ficha técnica
Direção: Patrícia Fagundes / Dramaturgia: Patrícia Fagundes e Zé Adão Barbosa, a partir da obra de Fernando Pessoa / Elenco: Zé Adão Barbosa / Trilha sonora: Simone Rasslan / Iluminação: Luiz Acosta / Vídeos: Mauricio Casiraghi / Produção Executiva: Priscilla Colombi, Diego Acauan e Francisco de los Santos / Cenografia e figurino: Zé Adão Barbosa e Patrícia Fagundes / Participação especial (vídeos): Marina Mendo e Rossendo Rodrigues / Recomendação etária: 14 anos / Duração: 60 minutos

 

 

CNPJ- uma comédia totalmente ficcional (RS)


Dias 10 e 11, às 20h
Sala 309 da Usina do Gasômetro
 
Espetáculo irônico e mordaz sobre as relações de poder em um ambiente de trabalho. Qualquer trabalho. Uma metáfora a todo ambiente excessivamente competitivo, onde os limites sempre podem ser ultrapassados. Até onde as pessoas vão para conseguir o que querem? O Teatro Sarcáustico levanta esta questão e traz ao palco um ambiente hostil. A montagem conta com uma estrutura diferente: um reality show é promovido entre os atores para que a equipe do espetáculo eleja o “Melhor Ator”. O elenco é submetido a uma prova diferente – desconhecida pelos atores - a cada dia que irá eliminar um deles, numa disputa que pode levar ao público quatro finais distintos.


Ficha técnica
Direção: Daniel Colin / Texto: Daniel Colin e Thais Fernandes / Elenco: Daniel Colin, Guadalupe Casal, Juliana Kersting e Ricardo Zigomático / Iluminação: Casemiro Azevedo / Trilha sonora: Daniel Colin, Rafael Lopo e Ricardo Zigomático / Figurino: Guadalupe Casal / Cenário: Rodrigo Shalako / Assitência de direção: Thais Fernandes / Direção de atores: Denis Gosch / Contra-regra: Douglas Dias / Produção: Fio Produtora Cultural (Guadalupe Casal e Cristiane Marçal) / Recomendação etária: 14 anos / Duração: 90 minutos

 

Casa das especiarias (RS)


Dias 13 e 14, às 20h
Teatro do Museu do Trabalho
 
Motivada pelas sensações provocadas pelas especiarias, a companhia Terpsí Teatro de Dança faz da instalação coreográfica Casa das especiarias um convite a novas experimentações. Cenário e figurino contam com produtos reciclados e da biodiversidade, manejados tradicionalmente por artesãs agricultoras e pescadoras do Rio Grande do Sul. O espectador é instigado a envolver-se em experimentações despertadas inicialmente pelo olfato e paladar, num espaço repleto de cheiros, sabores, amores e dores. Um lugar de visitas. Ao se apropriar do espaço, a obra traz, além do seu lado acolhedor e provocador de lembranças, uma mistura de linguagens, onde dança, música e projeções se unem.  


Ficha técnica
Direção e Concepção: Carlota Albuquerque / Elenco: Angela Spiazzi, Raul Voges, Francine Pressi, Gelson Farias, Edson Ferraz e Natália Karam / Trilha sonora original: Vagner Cunha / Trilha sonora pesquisada: Carlota Albuquerque / Edição e mixagem de trilha pesquisada: Murilo Assenato / Iluminação: Guto Grecca / Cenário: Raul Voges e Terpsí Teatro de Dança / Cenotécnico: Paulinho Pereira / Figurino: Anderson de Souza / Interferências visuais: Darjá Cardozo / Equipe de Produção: Cia. Terpsí Teatro de Dança e S.O.S Daughters (Anita & Clara) / Criação de Imagens e Fotos: Claudio Etges / Recomendação etária: 12 anos / Duração: 65 minutos

 

 

A noite árabe (RS)


Dias 20 e 21, às 19h
Teatro do Goethe
 
Na noite árabe de Schimmelpfennig os personagens vivem mal acordados como em um sonho, onde a realidade lhes escapa e se mistura com a fantasia ou, às vezes, pesadelo. Os mesmos encontros repetidos à distância do tempo da morte, que está à espreita. Duas mulheres, três homens e um edifício residencial. Muitos átomos cruzando e colidindo desesperadamente, tentando anexar os seus desejos, sua solidão e semear seus destinos menos anônimos. Um beijo seria suficiente, mas como encontrar os melhores lábios no labirinto dos corredores, do elevador...pequenos pensamentos obsessivos concretos, que desnecessariamente se segregam.


Ficha técnica
Direção: Alexandre Dill / Texto: Roland Schimmelpfennig / Elenco: João Pedro Madureira, Thainá Gallo, Emanuele de Menezes, Igor Pretto e Gabriel Faccini / Trilha sonora: Pedro Petracco / Cenário: Bruno Salvaterra / Figurino: Fabrizio Rodrigues / Iluminação: Igor Pretto / Preparação vocal: Lígia Motta / Direção de fotografia e vídeo: Gabriel Faccini e Pedro Henrique Risse / Assistência de direção: Filippi Mazutti / Operação e montagem de luz: Daniel Fetter / Operação de som: Vicente Vargas / Mapeamento de videos: Maurício Casiragi / Operação de Vídeo: Matheus Wathier / Produção: Palco Aberto Produtora / Recomendação etária: 14 anos / Duração: 55 minutos

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Natalício Cavalo (RS)

Dias 7 e 8, às 22h
Teatro de Câmara Túlio Piva
 
Segunda edição da Trilogia Festiva, da Cia Rústica de Teatro, o espetáculo lança um olhar festivo à experiência da mortalidade, entendendo que vida e morte são parte de um só movimento. Natalício vive suas vidas e várias mortes em aventuras poéticas pelos caminhos do sul, um anti-herói que vaga entre a cidade e o pampa durante o século XX, celebrando a vida e encontrando a morte em mais de uma esquina. Vida, morte e memória se encontram na trama de trajetórias que atravessa a composição dramatúrgica: a do próprio Natalício - que já está morto -, e a dos atores e personagens que buscam reconstituí-la, tecendo fragmentos e imaginando o que não sabem. Uma celebração do tempo e dos espaços que habitamos, e que outros habitaram antes de nós.

Ficha técnica: 
Direção e dramaturgia: Patrícia Fagundes / Elenco: Heinz Limaverde, Marina Mendo, Lisandro Bellotto, Priscilla Colombi, Rossendo Rodrigues e Marcelo Mertins / Trilha sonora: Arthur de Faria / Preparação musical: Simone Rasslan / Cenografia: Rodrigo Shalako / Figurino: Daniel Lion / Vídeos: Maurício Casiraghi / Assistência de direção: Anderson Belotto e Maurício Casiraghi / Direção de Produção: Patrícia Fagundes / Iluminação: Lucca Simas / Recomendação etária: 14 anos / Duração: 85 minutos

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Vestido como parece (RS)

Dia 08 às 23h – Sala Álvaro Moreyra
A Ânima Companhia de dança, no centenário de Nelson Rodrigues, apresenta o espetáculo Vestido como parece– a brasilidade em Nelson Rodrigues. A companhia traz para si a tarefa de traduzir em movimentos aquele que conseguiu traduzir em palavras os amores e desamores da sociedade brasileira. Em cena estão referências a obras como O beijo no asfalto, Vestido de noiva, Gêmeas, A serpente, Anjo negro, Álbum de família e Toda nudez será castigada. 
Ficha técnica:
Direção e coreografia: Eva Schul / Elenco: Eduardo Severino, Luciano Tavares, Luciana Paludo, Fernanda Santos, Viviane Lencina, Everton Nunes, Rubiane Zancan e Junior Grandi / Iluminação: Guto Greca / Figurinos: Letícia Paranhos / Trilha sonora original: Celau Moreira / Cenografia: Zoé Degani / Produção: Lucida Cultura/ Luka Ibarra / Design gráfico: Marina Fujiname / Financiamento: Fumproarte / Duração: 70 min / Recomendação etária: 14 anos

Um verdadeiro cowboy (RS)

Dia 17 às 22h – Teatro de Câmara Túlio Piva
Um verdadeiro cowboy traz ao palco um velho que acaba de perder sua esposa e antevê a sua própria solidão e abandono.  Sua filha aparece algumas vezes para cuidá-lo, evidenciando uma relação altamente conflituosa e problemática, refletindo a rede das relações humanas. Quando o velho se encontra no ápice da sua solidão e lhe parece sobre-humana a dificuldade de continuar vivendo, aparece na sua frente uma figura fantástica: o cowboy John Wayne. Esta possibilidade de escapar pela via da fantasia, traz vida ao velho, e enche a montagem de leveza e comicidade. A peça aborda, de forma tocante e agradável, temas tão difíceis como a velhice e a morte. Roberto Oliveira completou 35 anos de teatro e foi premiado em várias de suas atuações no cinema (Festival de Lima-Peru; Prêmio José Lewgoy do Cinema Gaúcho) e no teatro (Decameron, de Luiz Henrique Palese, Cia. Stravaganza; O estranho Sr. Paulo, de Camilo de Lélis, Face & Carretos). 
Ficha técnica:
Direção: Liane Venturella / Elenco: Roberto Oliveira, Elisa Heidrich, Marcelo Johann / Figurinos: Liane Venturella / Cenário: Modesto Fortuna / Iluminação: Cláudia de Bem / Produção executiva: Francine Kliemann / Produção geral: Associação Cultural Depósito do Teatro / Duração:60 min / Recomendação etária: 14 anos

O fantástico circo teatro de um homem só (RS)

Dia 22 às 22h – Teatro de Câmara Túlio Piva
Dando continuidade à investigação de uma linguagem festiva, a Cia Rústica apresenta O fantástico circo teatro de um homem só. No picadeiro da memória, Heinz Limaverde se equilibra na corda-bamba que conecta arte e vida, transitando por vários tipos do imaginário do circo, como a mulher-barbada, o mágico, a vedete, o cantor, o palhaço; além de expor sua própria persona. Escrito em parceria entre o ator e a diretora Patrícia Fagundes, a dramaturgia parte da estrutura polifônica do espetáculo circense, combinando o universal com o pessoal a partir de referências do circo, do mundo, de memórias e experiências do ator. Com financiamento do Fumproarte, o espetáculo foi indicado em todas as categorias do Prêmio Açorianos 2011. Foi contemplado com os prêmios de Melhor Direção e Melhor Figurino. Bem vindos ao circo-teatro sem lona da Cia Rústica. 
Ficha técnica:
Direção: Patricia Fagundes /  Autor: Heinz Limaverde e Patricia Fagundes / Elenco: Heinz Limaverde / Trilha sonora: Simone Rasslan / Cenografia: Juliano Rossi / Iluminação: Lucca Simas e PatriciaFagundes / Figurinos: Daniel Lion / Adereços, Cores da cenografia e Programação visual: Paloma Hernandez  / Produção executiva: Priscilla Colombi / Duração: 65 minutos / Recomendação etária: 12 anos

O casamento do grande mágico Maycon Estallone (RS)

Dia 10 às 20h – Teatro Renascença
O Circo Girassol, já bastante conhecido do público gaúcho, apresenta O casamento do grande mágico Maycon Estallone, espetáculo que conta a história de Frederico Frederico Décimo, artista da décima geração de uma família circense. Seu tataravô, Friederich Lichtenfeld era acrobata de circo na pequena Pressburg  e por um desafeto com o chefe da Polícia Secreta Checa, da qual era instrutor, deixou sua terra natal  e  escolheu como seu novo lar a colônia alemã do sul do Brasil, por causa do idioma e da geografia.  Frederico, como ficou conhecido, criou um pequeno circo, que tem o seu nome e que sob a direção de seus descendentes até hoje percorre as pequenas cidades desta região. É Frederico quem nos conta o curioso casamento de sua filha Pérola Frederico com o grande mágico anão Maycon Estallone, que se transformou num dos acontecimentos mais inusitados e comentados da história do circo nacional. 
Ficha técnica:
Elenco: Tuta Camargo, Hálida Maria, Débora Rodrigues, Dilmar Messias, Diego Steffani, Álvaro RosaCosta, Andréa  Farias, Vinicius Petry, Mariana Velhinho, Jéferson Rachewski / Trilha sonora: Arthur de Faria / Preparação musical: Simone Rasslan / Professores: Alex Prinz Anjinho (trompete, trombone, tuba, bombardino), Fabio Stone (clarinete, sax), Josemir Valverde (violoncelo) / Figurino: Daniel Lion / Cenário: Felipe Helfer / Iluminação: Fernando Ochôa / Adereços: Diego Steffani / Planejamento gráfico: Frederico Messias / Ilustração: Fábio Zimbres / Produção: Circo Teatro Girassol / Duração: 75min / Recomendação etária: Livre

Nossa vida não vale um Chevrolet (RS)

Dia 09 às 21h – Centro Cenotécnico
O espetáculo do dramaturgo paranaense Mario Bortolotto, radicado em São Paulo, faz parte do projeto Universo Bortolotto, contemplado com os prêmios FUMPROARTE e FUNARTE 2011. Este projeto trouxe a obra do Dramaturgo a Porto Alegre através de leituras encenadas, seminários, debates e, por último, a montagem do seu texto mais premiado. Idealizado e produzido pela atriz e produtora Morgana Kretzmann, realizado pela Mek Produções, o texto aborda a saga de três irmãos, ladrões de carros que tem suas vidas desestruturadas após a morte do patriarca da família. A situação se torna ainda mais peculiar com o envolvimento dos três com uma mesma mulher. Mario Bortolotto veio diversas vezes a Porto Alegre e participou dos ensaios finais. O músico Nei Lisboa interpreta a música tema do espetáculo junto com Bortolotto.  
Ficha técnica:
Texto: Mario Bortolotto / Direção: Adriane Mottola / Produção: Morgana Kretzmann / Realização: Mek Produções / Elenco: Morgana Kretzmann, Rafael Guerra, Cassiano Ranzolin, Guilherme Zanella, Carlos Azevedo, Fernanda Petit, Plinio Marcos, Eduardo Cardoso / Música tema: Nei Lisboa e Mario Bortolotto / Cenário: Zoé Degani / Trilha sonora: Marcos Chaves / Figurinos: Fabrizio Rodrigues / Duração: 60 min / Recomendação etária: 16 anos

Landell de Moura- o incrível padre inventor (RS)

Dia 23 às 18h – Theatro São Pedro

No início do sec. XX, o padre gaúcho Landell de Moura inventou vários aparelhos para a transmissão da voz humana sem o uso de fios. Apesar de patentear seus inventos no Brasil e EUA, não obteve reconhecimento e apoio financeiro para desenvolver suas pesquisas em nosso país. Landell investigava também a hipnose e os fenômenos ditos paranormais. Ele próprio era dotado destes poderes, segundo a crença popular que muitas vezes o tomou por praticante de bruxaria. O espetáculo narra a epopéia de Landell, desde a juventude - quando Lulu, uma prostituta de luxo se apaixona por ele - mostrando suas glórias e vicissitudes, até o final de sua vida, quando tem uma revelação fantástica sobre sua missão espiritual e científica. O projeto Landell de Moura - o incrível padre inventor foi contemplado pela Fundação Nacional de Artes - FUNARTE no edital Prêmio Procultura de Estímulo ao Circo, Dança e Teatro 2010. 
Ficha técnica:
Texto: Hercules Grecco / Direção: Camilo de Lélis / Elenco: Leonardo Barison, Renata de Lélis, Luis Franke, Marcos Chaves, Ariane Guerra, Rafael Franskowiak, Plinio Marcos Rodrigues, Wagner dos Santos, Flávio Silveira / Cenário, adereços e efeitos: Alexandre Fávero / Figurino: Fabrizio Rodrigues / Trilha sonora: Marcelo Delacroix / Criação de luz: Fernando Ochôa / Coreografia: Carlota Albuquerque / Contra regra e luminotécnica: Flávio Silveira / Fotos: Vilmar Carvalho / Produção: Silvia Abreu / Realização: Silvia Abreu Produções Artísticas & Culturais Ltda e Cia Teatral Face & Carretos / Duração: 90min / Recomendação etária: 12 anos

Incidente em Antares (RS)

Dia 21 às 22h – Teatro de Câmara Túlio Piva
O espetáculo Incidente em Antares do Grupo Cerco é uma adaptação da segunda parte do romance homônimo de Erico Verissimo. A história situa-se no contexto pré-ditadura militar dos anos 60 no Brasil, retratada numa cidade fictícia do interior do Rio Grande do Sul chamada Antares. A ação inicia-se em 1963, quando uma greve geral paralisa a cidade. Dois dias depois, em uma sexta-feira 13, sete pessoas morrem por diferentes causas e não são sepultadas. Decidem então levantar-se de seus esquifes e reclamar por seu enterro, invadindo a cidade com seus corpos putrefatos. Vivos e mortos passam a discutir em praça pública a vida social e política de Antares, desvelando a podridão e a hipocrisia das autoridades e dos habitantes da cidade. Revelações essas que poderiam transformar a sociedade e seus indivíduos, mas que ao final, sucumbem à força da estagnação e da alienação.
Ficha técnica:
Adaptação e Criação: Grupo Cerco / Direção: Inês Marocco / Elenco: Anildo Michelotto, Celso Zanini, Elielto Rocha, Filipe Rossato, Isandria Fermiano, Kalisy Cabeda, Marina Kerber, Martina Fröhlich, Mirah Laline, Natália Souza, Philipe Philippsen, Rita Mauricio e Rodrigo Fiatt / Assistência de direção: Isandria Fermiano e Filipe Rossato / Dramaturgia: Celso Zanini, Filipe Rossato, Kalisy Cabeda, Philipe Philippsen e Inês Marocco / Trilha sonora original: Celso Zanini, Martina Fröhlich e Philippe Philippsen / Figurinos: Rô Cortinhas / Cenografia: Grupo Cerco e Elcio Rossini / Desenho de luz: Mirco Zanini / Equipe de produção: Isandria Fermiano, Martina Fröhlich e Inês Marocco / Fotos: Elissa Brito / Duração: 135min / Recomendação etária: 14 anos

Desvio (RS)

Dia 06 às 21h30 – Estacionamento Centro Municipal de Cultura
INGRESSOS GRATUITOS
**Em caso de chuva o espetáculo será transferido para o dia 11

Desvio é um projeto da Muovere Cia de dança e foi concebido em três bairros da cidade de Porto Alegre como o espaço-sede da criação. É resultado de três etapas: da cidade para o corpo – para a internet – e para o espetáculo. Primeiro os procedimentos coreográficos foram improvisados em espaços de retenção de semáforos (episódios); depois foram publicados na internet para que o público votasse, e, por fim, levados à etapa de montagem. O espetáculo é fruto de vários processos encadeados entre si com foco na valorização da criatividade compartilhada, operados através de dois modos: físico e virtual.  
Ficha técnica:
Direção geral e coreográfica: Jussara Miranda / Direção artística: Diego Mac / Direção de cena: Jezebel de Carli / Bailarinos: William Freitas, Denis Gosch, Letícia Paranhos, Rossendo Rodrigues e Didi Pedone / Produção: Marcinhò Zola / Luminotécnica: Mauricio Moura / Figurinos: Daniel Lion / Identidade visual: Sandro Ka / Site: Diego Leismann / Fotos: Luciane Ferreira e Cristina Lima. Duração: 30min / Recomendação etária: livre

Cara a tapa (RS)

Dia 15 às 22h – Teatro de Câmara Túlio Piva
Com o mar projetado ao fundo, elenco em trajes de banho, esportes praianos e plataformas de areia, Cara a tapa tem como ponto de partida um casal em crise tentando reconstituir fatos do passado. Em cena, outros atores ora representam o alter-ego do casal, ora representam policiais, amantes, personagens de filme noir e de musicais dos anos 50. A dificuldade de relacionamento entre as pessoas é um tema já abordado pela vai!ciadeteatro nas peças anteriores. "O desafio desse processo é fazer o espectador entrar no teatro e se sentir em outro lugar, brincar com as suas percepções", observa o diretor João Pedro Madureira. A narrativa não-linear e não conectada abre possibilidades de experimentações imagéticas – um dos alicerces na pesquisa da vai!. Assim, novos elementos foram agregados ao texto, ampliando significados e multiplicando efeitos na dramaturgia. Os problemas que se estabelecem durante o espetáculo, expostos em narrações e em ações, revelam que o casal está envolvido em um crime e conduzem o público na tentativa de desvendar esse mistério.

Ficha técnica:
Direção: João Pedro Madureira / Concepção: João Pedro Madureira, Vinícius Meneguzzi e Taidje Gut / Texto: Tarcisio Lara Puiati / Elenco: Cassiano Ranzolin, Frederico Vasques, Laura Leão, Patrícia Soso, Sofia Ferreira e Vinícius Meneguzzi / Iluminação: Carlos Azevedo e Casemiro Azevedo / Cenário: Leonardo Fanzelau / Criação de figurinos: Carmela Moraes / Execução de figurinos: Atelier Margo Valim / Pesquisa de trilha sonora: João Pedro Madureira / Sonoplastia: Marcos Chaves / Vídeos: Luciana Mazeto e Vinícius Lopes / Contra-regra: Leo Maciel / Coordenação de produção: Laura Leão / Produção executiva: Patrícia Machado / Cabelos: Elison Couto / Maquiagem: Taidje Gut / Arte gráfica: Dídi Jucá / Duração: 70min / Recomendação etária: 12 anos

Breves entrevistas com homens hediondos (RS)

Dia 13 às 20h – Teatro de Arena
Depois do enorme sucesso de Wonderland e o que M. Jackson encontrou por lá (Troféus Braskem em Cena e Açorianos de Melhor Espetáculo e Direção), o Teatro Sarcáustico estreou o impactante Breves entrevistas com homens hediondos, uma adaptação dos contos homônimos de David Foster Wallace. Com direção, dramaturgia e atuação de Daniel Colin, Guadalupe Casal, Ricardo Zigomático e Rossendo Rodrigues (indicados aos Prêmios Açorianos 2011 de Direção e Dramaturgia), Breves entrevistas... dá voz a diversos homens que respondem às perguntas de uma mulher ausente. Todos revelam seus segredos em entrevistas hediondamente pessoais, mas por trás dos argumentos imorais, chantagens emocionais, fantasias sexuais e crises de relacionamento, há sempre um ponto fraco, um desejo de amor ou redenção. O grupo Teatro Sarcáustico recebeu importantes prêmios do estado e é considerado um dos mais significativos grupos da cena teatral gaúcha contemporânea.  
Ficha técnica:
Direção, dramaturgia e atuação: Daniel Colin, Guadalupe Casal, Ricardo Zigomático e Rossendo Rodrigues / Atriz especialmente convidada: Tatiana Mielczarski / Cenário: Eder Ramos e Ricardo Zigomático / Figurinos: Daniel Lion / Iluminação: Carol Zimmer / Operação de luz: Maíra Prates / Coordenação de trilha sonora: Rafael Lopo / Trilha sonora Pesquisada: Rafael Lopo, Daniel Colin e Ricardo Zigomático / Direção, edição e operação dos vídeos: Thais Fernandes / Vídeo especialmente utilizado: Excertos do filme O lamento da imperatriz” (“Die Klage der Kaiserin”, 1990), de Pina Bausch / Design gráfico: Pedro Gutierres / Cabelos e maquiagem: Márcia Pazzini / Fotografias: Marina Fujiname / Produção internacional: Simone Buttelli / Coordenação de produção: Guadalupe Casal / Assistência de produção: Rafael Lopo / Realização e produção geral: Teatro Sarcáustico / Duração: 120min / Recomendação Etária: 16 anos

terça-feira, 12 de junho de 2012

Espetáculos locais selecionados para o 19º Porto Alegre em Cena

Divulgada a lista de espetáculos locais que participarão do 19º Porto Alegre em Cena, concorrendo ao Prêmio Braskem:

Breves entrevistas com homens hediondos - Teatro Sarcáustico
Cara a tapa - vai!ciadeteatro
Desvio - Muovere Cia de Dança
Incidente em Antares - Grupo Cerco
Landell de Moura, o incrível padre inventor - Direção de Camilo de Lélis
Nossa vida não vale um Chevrolet - Direção de Adriane Mottola
O casamento do grande mágico Maycon Stallone - Circo Girassol
O fantástico circo teatro de um homem só - Cia Rústica
Um verdadeiro cowboy - Depósito de Teatro
Vestido como parece - Ânima Cia de Dança